Entre 2005 e 2025 foram muitos os hotéis que acompanhamos e divulgamos, fazendo parte da nossa vida aos longos destes últimos 20 anos.
Momentos inolvidáveis que queremos partilhar consigo, sempre com muito charme...
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Momentos inolvidáveis que queremos partilhar consigo, sempre com muito charme...
O muguet, tradicionalmente oferecido no 1º de maio em França, simboliza felicidade, sorte e o renascimento da primavera, sendo um gesto delicado de desejo de boa fortuna.
Esta flor está profundamente ligada à tradição do Dia do Trabalhador, tornando-se um emblema cultural de esperança e renovação.
Para Christian Dior, o muguet era mais do que um símbolo: era a sua flor preferida, considerada um amuleto de sorte, que ele incorporava discretamente nos seus designs e desfiles.
GB, Collection, associa-se neste dia com enorme simbolismo já que o muguet é também uma das flores que mais apreciamos pela sua simplicidade e beleza.
É um enorme orgulho ao longo dos últimos 20 anos ter escrito e publicado 4 livros maravilhosos em Português e Inglês.
Um bem hajam a todos que me acompanharam neste percurso e, sobretudo, aos meus clientes fiéis por todo o carinho e amizade.
Para quem ainda tiver posses ou disponibilidade para passear de automóvel, aqui vai uma sugestão muito fashion para o seu fim de semana!💜😋💙
A exposição dedicada aos 100 anos do Art Déco, patente no Musée des Arts Décoratifs de Paris, propõe uma viagem abrangente por um dos movimentos estéticos mais marcantes do século XX.
Assinalando o centenário da Exposição Internacional de Artes Decorativas de 1925, o percurso expositivo revisita o momento fundador deste estilo que viria a redefinir a relação entre arte, indústria e vida quotidiana.
Um dos núcleos mais sugestivos da exposição é o que evoca o universo das viagens, símbolo maior da modernidade nas primeiras décadas do século XX.
A recriação de um ambiente inspirado no Orient Express destaca-se como uma das experiências mais imersivas do percurso, transportando o visitante para um tempo em que viajar era, simultaneamente, um ato de deslocação e uma afirmação de estilo.
Mais do que um simples meio de transporte, o Orient Express representava o auge do luxo e da sofisticação.
Os seus interiores — cuidadosamente decorados com madeiras exóticas, marchetarias refinadas, metais polidos e tecidos elegantes — refletem plenamente a estética Art Déco, onde cada detalhe era pensado para conjugar funcionalidade e requinte. Neste contexto, o design não era apenas decorativo: fazia parte integrante da experiência da viagem.
A exposição utiliza esta referência para ilustrar uma transformação mais ampla: o surgimento de uma nova cultura da mobilidade.
O desenvolvimento dos transportes — comboios, navios e, mais tarde, aviões — encurtou distâncias e abriu caminho a uma elite cosmopolita, ávida por descobrir novas paisagens, culturas e estilos de vida.
Viajar tornou-se um símbolo de modernidade, progresso e liberdade.
Este fascínio pelo movimento e pelo exotismo teve um impacto direto nas artes decorativas. Motivos inspirados em geografias distantes, materiais importados e influências estéticas diversas passaram a integrar o vocabulário do Art Déco. O gosto pelas viagens refletia-se, assim, tanto nos objetos como nos espaços, traduzindo um imaginário globalizado antes mesmo da globalização contemporânea.